29 de abr. de 2012


As novas comunidades




As comunidades novas baseiam-se em novas inspirações adaptadas dos institutos de Vida Consagrada da Igreja Católica, tendo como grande diferencial a Vida Comunitária ser formada por Sacerdotes e leigos, homens e mulheres em uma mesma Comunidade devidamente dividida mais trabalhando junto em prol da Evangelização ou Promoção da Dignidade Humana.
Tais formas de vida comunitária em vista da Evangelização existem desde o fim do século XX, se expandindo pelo mundo todo em diversas novas comunidades, e ainda hoje aguardam um futuro enquadramento canônico enquanto são muito bem vistos pela hierarquia católica, sob a qual existem em esforçado serviço e auxílio. É formada por leigos e padres engajados como um passo a mais em seus engajados projetos de evangelização diocesanos oriundos comumente da Renovação Carismática Católica.
Devido a essa sua origem também são conhecidas por Comunidades Carismáticas, e teve seu apogeu na convocação feita por sua Santidade o Papa João Paulo II em 1998, no Vaticano onde reunindo-se com milhares de Comunidades do Mundo Inteiro reconheceu sua existência e lhes deu o grande impulso motivador na Igreja.

11 de abr. de 2012

julgamento sobre aborto no stf



DUAS CRIANCINHAS FORAM MORTAS - Não matar, essa é a lei da Igreja, excomunhão automática





Não há quem chore pelas criancinhas

Dom Lourenço Fleichman OSB

Bastou um bispo agir segundo a lei da Igreja e o mundo desabou numa enxurrada de blasfêmias e xingamentos. A mídia com sua supremacia apresenta a coisa com essa presunção típica de quem se acha todo-poderosa. Dom José Sobrinho virou carrasco, quando o crime foi cometido por terceiros.





Eis o quadro que se apresenta a qualquer pessoa de bom senso:



1- O bispo que confirmou a excomunhão automática por aborto era a autoridade competente para emitir essa sentença?


Constata-se que a pena de excomunhão ou a declaração dela é da competência do pastor eclesiástico das pessoas envolvidas. Nesse caso, o bispo diocesano ou o seu superior direto, o papa. Como é do conhecimento geral que Dom Sobrinho é o Arcebispo de Recife-Olinda, estamos, sim, diante da autoridade competente.


2- O ato praticado pelas pessoas ora declaradas excomungadas é, de fato, passível dessa grave pena, ou foi invenção do bispo?
De fato, o Direito da Igreja, chamado Direito Canônico, aplica a excomunhão automática, também chamada latae setentiae, para as pessoas que praticam ou que colaboram diretamente no ato de aborto.


3- Mas o Direito Canônico não traz algumas exceções, como o caso do estupro ou perigo de vida para a mãe?
Não, o Direito Canônico não aceita que haja exceções por causa da natureza própria desse ato, que é atentar diretamente contra a vida de seres inocentes. Mas aqui, estamos já entrando no mérito da questão, e preferimos deixar a discussão para mais adiante.



O que é preciso enxergar por enquanto é que, de um lado, temos duas criancinhas mortas. Querendo dar a essa morte conotação de crime ou não, o fato é que elas não pediram para nascer, para ter uma alma imortal, para ter um olhar amoroso de Deus diante da sua criação. E sem culpa alguma, tiveram esse projeto de vida divino interrompido bruscamente por envenenamento.


E do outro lado, o que temos? um bispo que cometeu algum crime? Um bispo que matou alguém, um bispo que fugiu completamente das suas atribuições para condenar alguém sobre quem ele não tem nenhuma autoridade? Nada disso. Temos apenas um bispo cumprindo o seu dever diante de Deus e diante das leis da instituição que ele representa. Um bispo declarando uma pena que é automática e que já tinha fulminado os responsáveis antes mesmo de o bispo o declarar.





Essa gente não tem nada que ver com isso



No fundo, o mundo não tem nada com isso. Essas pessoas excomungadas não foram presas, não foram demitidas do trabalho, nem prejudicadas em nada em sua vida natural. Apenas, tendo feito um ato que fere a legislação moral da Igreja, receberam a pena prevista no Direito. O que esses jornalistas têm que ver com isso? Com que direito se levantam para condenar? Eles sim é que não têm autoridade nem competência para tratar desse assunto. Deviam ficar calados, mas a perseguição contra os critérios naturais que regem a moral católica leva-os a participar desse massacre à Igreja.



Sabem o que esses intelectuais queriam? Queriam que o bispo agisse como nossos políticos e nossos juizes. Assistem impunemente a toda sorte de crimes previstos pelas leis dos homens, mas não os condenam porque têm interesses paralelos inconfessáveis. O que significa uma autoridade assistir a um ato que fere as regras da sua instituição e não aplicar a pena? No mínimo, negligência; no geral, corrupção. E Dom José Sobrinho escapou dos dois erros ao levantar sua voz de pastor e pai, que castiga o filho para atrair a sua conversão.



Quais são, portanto, os princípios morais que estão em jogo? Qual o mérito da questão? Por que razão não se pode dar a uma mulher o direito de matar os filhos em seu ventre?





Não matarás!



Senhores, donos dos holofotes da mídia, desviem o foco do bispo e da menina que fez o aborto. Dirijam a luz dos seus holofotes poderosos para onde está o ponto principal: Duas criancinhas foram mortas. Ponto. Ah! sim, vocês não querem ouvir isso, eu sei. Essa verdade luminosa fere os ideais de vocês. Por isso é preciso jogar toda a atenção dos homens em cima do bispo e em cima da mãe, pois assim as pessoas desviam sua atenção do crime atroz: DUAS CRIANCINHAS FORAM MORTAS.



Se elas tivessem vindo à luz, se fossem bebês bonitinhos, com xuquinha no cabelo e hypogloss no bumbum, os jornalistas encabeçariam a campanha contra a mãe má que matou seus filhos. Não foi assim com a mulher que jogou seu bebê na lagoa, e tantos outros casos dados nos jornais? Mas as pobrezinhas de hoje estavam na barriga da mãe, então perderam o favor dos intelectuais e da mídia.



Entra, então a questão desses falsos intelectuais que fazem tudo, menos usar a inteligência. São mestres em mover as paixões e formar a opinião pública em cima de slogans e palavras de ordem. Eles dirão que só existe pessoa humana depois do nascimento. Vejam como a coisa funciona. Se está no útero, não é gente. Aí, um dia, sem que aconteça nenhuma modificação essencial na constituição daquele “bicho”, ele sai da sua primeira morada.



Grande mágica! Passou a ser gente porque um bando de intelectuais e políticos determinou que, naquela hora, o mesmo ser que era bicho se transformou em pessoa humana. Essa é a enganação desses hipócritas. Se um médico sério, cientista, usando os critérios próprios do seu saber, mostrar para eles que é tudo igual naquele ser, antes de vir à luz e depois, isso para eles não importa e de tudo farão para esconder essa evidência da população. O que importa é que eles têm o poder de transformar bicho em gente. Estamos no mundo da MITOLOGIA pura e simples.



A fonte desse poder está no desaparecimento da Lei Natural e do Direito Natural da mente das pessoas. A coisa é grave. Basta ler as manifestações dos leitores dos grandes jornais para se perceber que a população já não usa mais a inteligência. Seguem direitinho a cartilha dos intelectuais, usando os sentimentos e as paixões no lugar do raciocínio. Para o mundo moderno e apóstata, se uma coisa é legal, juridicamente falando, então essa coisa pode e deve ser realizada. É evidente que isso é falso, pois uma coisa pode ser legal, levada à legalidade pela lei de homens maus, com intenções escusas.



Ferirá a lei de Deus, a lei que Deus impôs à natureza que Ele criou, e por isso não poderá prevalecer, mesmo que goze do favor dos juizes, dos políticos, da mídia e de quem quer que seja. Mas basta um olhar superficial sobre o que está acontecendo com o nosso mundo, para se perceber que os homens dão os últimos retoques na construção de um mundo novo, sem a natureza humana, sem a família humana, sem os critérios de bem e de mal que são necessários em qualquer sociedade. E se os intelectuais baseiam seus atos num Direito positivista que eles mesmos criaram, determinando que o bem e o mal ficam limitados ao que foi aprovado pelo Congresso, por que razão não aceitam que a Igreja também determine o bem e o mal por sua legislação? Dois pesos e duas medidas.



Ou, em outros termos, ditadura do pensamento e da opinião.

Então, se a Lei Natural diz: Não matarás, significando que ninguém tem o direito de atentar contra a vida de inocentes, eles respondem: não conhecemos essa lei e esse Deus. Só conhecemos a lei que passou no Congresso. E ela diz que a criancinha que está no útero da mãe é bicho e não é gente. E saem por aí massacrando milhões de inocentes todos os anos. Malditos!



Muito bem, lá estão eles, cheios de si, apontando o dedo contra o bispo que cumpriu seu dever. Como argumentação principal, dizem que o assassinato das duas criancinhas é justificado por causa do risco de vida da mãe. É impressionante a lógica dessa gente: uma menina de nove anos talvez morra.... vamos matar os seus dois filhos inocentes para que ela não morra. Literalmente é jogar fora o bebê com a água do banho....



Ora, se todos os católicos são obrigados a crer em Deus Criador, no fim último de nossas almas imortais, é preciso também crer na existência da alma espiritual, que é criada por Deus no momento da concepção. Existe na natureza, patente em muitos animais, um instinto de preservação da espécie. No caso humano, nós não somos movidos pelo instinto, mas sim pela racionalidade, que engloba o conhecimento, pela inteligência, e o reto agir, pela vontade. Se Deus fez com que animais irracionais tivessem o instinto de preservação, quanto mais não fez ele para com a preservação da espécie humana, que é o centro de suas atenções e dos seus amores.



O fato de uma gravidez ser provocada por estupro não muda em nada o fato de que o resultado da gravidez é um ser humano, com um destino dentro do amor de Deus. Uma vez realizada a primeira divisão celular, Deus assume o controle daquela criancinha, porque sopra sobre ela uma alma imortal. Já não pertence totalmente à mãe. É Dele, passa a fazer parte da história de amor que liga o próprio Criador com sua criatura, e que vai levar esses frágeis seres a encontrar, no Céu, a luz divina, para sempre. Essas razões expostas aqui servem para mostrar que a única atitude possível diante de uma mulher que corre o risco de vida em sua gravidez é usar a técnica e a ciência para tentar salvar tanto a mãe quanto as crianças.



Hora nenhuma é permitido atropelar a natureza no sentido de interromper a vida, pois ela pertence a Deus. E se acontecer da medicina não conseguir salvar os dois, caberá à natureza seguir o seu curso, sem que ninguém possa opor-lhe um obstáculo. Deus chama para Si, na hora que ele só conhece, os filhos que Ele mesmo criou. Os senhores ministros e presidentes, donos de jornais e escritores, discordam disso? Nada muda nas leis santas da Igreja, que emanam da autoridade do Criador. Discordem e mudem de canal, pois de nada adianta fazer intrigas e ameaças pelos jornais.



Mas a maldade da mídia vai além. Agora eles inventaram de brigar com o bispo porque não excomungou o padrasto. Mais um motivo para forçarem a opinião pública por meio de sentimentalismos. Acusam a Igreja de não excomungar o padrasto como quem diz... estão defendendo o homem mau! Hipócritas! Eu vou explicar, apesar de que eles não estão interessados em explicações, mas pode servir para alguém de boa vontade. É evidente que o padrasto cometeu um pecado grave, mortal, que o levará para o inferno se não se arrepender antes da morte. Mas ser excomungado ou não, não depende da vontade do bispo. Como ficou explicado no início, a excomunhão é uma pena prevista pelo Direito da Igreja.



Ela é prevista para aqueles que matam criancinhas inocentes antes do nascimento e não é prevista para os abusos sexuais. Por quê? Pelo fato de que não há ninguém no mundo que possa vir em defesa dos inocentes assassinados. Por isso a Igreja acrescenta a pena social de excomunhão à pena interior que, por si só, já levaria alguém para o inferno. No caso de outros pecados mortais a Igreja considera que basta a condenação ao inferno, se a pessoa não se arrepender. Não gostou, senhor ministro? Pois fique sem gostar: essa é a lei da Igreja e o senhor não tem nada com isso.



OBS: Ouve-se um grito em Ramá, é Raquel que chora seus filhos. Eles não existem mais! Naquele dia Ramá chorou pelo cruel Herodes! Amanhã chorará pelo ministro, pelo presidente dele, pelas abortisas, pelos médicos assassinos que tem a coragem de empunhar o espeto e matar - eles os mais covardes - e por todos os que promovem e preticam o aborto.
Eles são réus de eterno delito, pela morte anual de mais de 60 milhões de crianças. Nunca houve na terra genocídio igual, holocausto igual em honra ao deus Lúcifer. Sambem, deitem, rolem, matem a vontade enquanto não chegar o dia da Justiça, nem vier o Juiz. Quero ver vossos joelhos não tremerem quando forem fulminados pelos olhos em chamas do Eterno Juiz. Aarão





MINISTRO SINISTRO
Redação terra (Comentário no final)
08.03.2009 - O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse ao Terra não temer que os religiosos venham excomungar os integrantes do STF por eles, eventualmente, julgarem a legalidade da suspensão de gestações. A mais alta corte do País pretende passar ao largo das pressões caso tenha que se posicionar sobre tais assuntos incendiários na visão da Igreja. Nesta semana, a realização do aborto em uma menina de 9 anos grávida de gêmeos por suposto estupro do padrasto e a reação da Igreja Católica de falar em excomunhão dos médicos e parentes que apoiaram a interrupção da gravidez foi assunto de Norte a Sul.



Relator de um dos mais polêmicos processos na Suprema Corte, o da legalidade de aborto no caso de fetos anencéfalos, o ministro avalia que são "exacerbadas" a postura da Igreja de condenar o aborto da menina, embora a interrupção da gravidez estivesse prevista em lei, e a iniciativa do arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, de anunciar as excomunhões.



Ele observa, no entanto, que a repercussão do episódio em Pernambuco não deverá ser levada em consideração quando o STF se debruçar sobre a possibilidade de paralisação das gestações de fetos com más formações cerebrais. O julgamento sobre o aborto de anencéfalos deve ocorrer nos próximos três meses. "Respeito toda e qualquer manifestação, embora possa não concordar com ela. A visão da Igreja nesse caso concreto é uma visão religiosa talvez exacerbada. A lei maior é a lei posta pelos homens e é a que norteia o julgamento dos processos. Nossa jurisdição não é eclesiástica", ressaltou Mello. "(Nós, ministros do Supremo,) esperamos não ser excomungados. Temos uma visão muito aberta às coisas, mas o valor é a Constituição Federal para nós do Judiciário e não emana da religião", observou o magistrado.



Apesar de sentar a poucos metros de um Cristo crucificado no Plenário do STF, o ministro disse acreditar que todos na Suprema Corte são "imunes" a pressões religiosas, por mais estardalhaço que façam os integrantes da Igreja Católica."Somos imunes a pressões. Por isso que ocupamos uma cadeira vitalícia (no STF). (A escolha de uma religião) depende da concepção de cada qual, mas a independência dos julgamentos, segundo a formação técnica e humanista de cada ministro, prevalece", comentou.



Em maio do ano passado, quando concluiu a análise de outro julgamento com forte embate entre política e religião, o STF decidiu liberar as pesquisas com células-tronco embrionárias, mas fez a ressalva que não discutia, na ocasião, uma eventual legalização do aborto. Na época, Marco Aurélio lembrou da dificuldade de se definir a origem da vida e disse que o STF deveria colocar em segundo plano "paixões de toda ordem de maneira a buscar os princípios constitucionais". Naquele julgamento, em uma votação controversa, o Supremo decidiu, por seis votos a cinco, autorizar a utilização de células-tronco de embriões para aplicação em pesquisas científicas e terapias.



Ainda que a decisão seja impopular, o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, observa que a excomunhão para profissionais que realizam abortos e mães que optam pela prática é uma penalidade "automática",conforme prevista no Código Canônico. "Eu apenas relembrei que quem comete aborto já está excomungado. Não fui eu, Dom José, que apliquei essa penalidade. Porque houve um estupro, eu posso agora praticar um aborto? É um princípio muito importante da lei da Igreja, e nós não podemos praticar o mal para conseguir o bem, digamos assim", defendeu o religioso em entrevista ao Terra Magazine.



"A Igreja diz que para salvar uma vida nós não podemos suprimir outra vida. Para salvar a vida da mãe, não é lícito matar os inocentes que estão no seio materno. É um princípio fundamental da lei natural, isto é, os fins não justificam os meios. Eu tenho uma finalidade boa, salvar a vida daquela jovem que está grávida, mas para fazer isso não é lícito suprimir a vida de dois inocentes", explicou o arcebispo.

Em nota de repúdio contra a postura da Igreja diante do estupro da menina em Pernambuco, o Movimento Católicas pelo Direito de Decidir observa que a Arquidiocese de Olinda e Recife e outras instituições que se mostraram contrárias à interrupção da gravidez da menina de 9 anos agem com "pura crueldade" por manifestar uma "intransigente defesa de princípios abstratos e de valores absolutos que, quando confrontados com a realidade cotidiana, esvaziam-se de sentido e, principalmente, da compaixão cristã".



"Seria possível imaginarmos o que Jesus Cristo diria a essa menina? Seria ele intolerante, inflexível e cruel a ponto de dizer a ela que sua vida não tem valor? Se essa criança - que tem existência real e concreta, com uma história de vida, relações pessoais, afetos, sentimentos e pensamentos, enfim -, se essa menina não merece ter sua vida protegida, trata-se de defender a vida de quem? De uma vida em potencial ou um conceito, uma abstração?", questiona a entidade.



Procurada, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) disse que não se manifestaria sobre a postura do arcebispo pernambucano de decretar a excomunhão dos médicos e parentes da garota.
Redação Terra



COMENTÁRIO:

Quero ver este arrogante ministro vitalício - certamente minstro não escolhido por Deus - se postar tão cheio de verdade no momento em que chegar diante do Juiz. Quero ver ele olhar nos olhos fulminantes de Jesus e declarar que ele não sabia que uma vida humana é vida desde a concepção. Não venha com esta história nebulosa de que não se tem noção de quando a vida começa, porque esta instrução vem do diabo, que é o deus dos mortos. A lei homana que rege o aborto vem dele, aceita pelos homens.

Ele declara ufanamente que a lei pala qual se rege é a dos homens, no que mente porque o direito a vida, está garantido pela constituição, e nenhuma lei humana pode se sobrepor aos princípios eternos. Por isso palmas para o Bispo, e vaias ao ministro sinistro. Será sinistro o dia de seu juizo se ele teimar até fim nisso.

Quanto as diabólicas pelo direito de decidir, o destino delas é igual ao do minstro casano não se arrependam. Estas que preparem seus ouvidos para escutarem pela eternidade os gritos lancinantes e incessantes que partem das crianças que monstros abissais dilaceram nos ventres de suas mães. No ventre sufocados, pelo infinito ressonde batendo diante do Trono de Deus... E o tingindo de sangue!

Com isso aumenta o poder de Lúcifer, eis para quem trabalham os que lutam em defesa do aborto. Se já tivemos casos na medicina, de crianças que sobreviveram a uma curetagem feita aos três meses, como querem dizer que um feto não é vida aos cinco, seis meses, ou até os tres meses? Viva é vida desde que passa a se formar, porque já contém toda a ordem criadora.

Por último, quando ao bandido celerado que estuprava aquela criança, erra a lei humana do ministro sinistro, ao não ter criado a pena de morte para casos deste tipo. Soltem este demônio vivo, e ele fará de novo a mesma coisa. Para este tipo de gente, porém, existem os movimentos de defesa da vida, defesa de criminosos cruéis, bárbaros, desalmados.

O Catecismo da nossa Igreja garante ao ESTADO, o direito de eliminar um indivíduo, cuja pertinácia no mal, ou abominação criminosa, possa por em risco a vida de inocentes. Ponham os dois abortos na conta dele também, e terão assim as provas de seu crime hediondo. Ponham este tipo de gente no corredor da morte, aí inclusos os pedófilos, que chegaram ao abuso físico de crianças, e verão que imediatamente diminuirá este tipo de celerado. Aquele, pelo menos, não comete mais o mesmo crime. Sim, mesmo que sejam padres - monstros - ditos católicos!

Sim, neste caso a morte do celerado é justa por ambas as leis, divina e humana. Deste modo vemos que a Igreja é justa ao defender a vida humana desde o seu início, e injusta a lei humana do ministro que mata dois na tentativa de salvar um. Mesmo que o celerado se arrependa e peça perdão, ainda assim, a lei humana não pode contemporizar com monstros. Estupro é crime, estupro de crianças. E para ser justa, nunca deveria contemporizar com os que praticam o aborto. Por isso eles cairão na malha fina da justiça eterna. A não ser que se arrependam!

Aarão

8 de abr. de 2012

Vigilha Pascal

Momento maravilhoso, emocionante, inexplicável!!!!



Porque Ele vive, posso crer no amanhã.
Porque Ele vive, temor não há.
Mas eu bem sei, eu sei, que a minha vida
Está nas mãos do meu Jesus, que vivo está

Deus enviou Seu Filho amado
Para morrer em meu lugar
Na cruz sofreu por meus pecados
Mas o sepulcro vazio está porque Ele vive
E quando, enfim, chegar a hora
Em que a morte enfrentarei
Sem medo, então, terei vitória

Verei na Glória o meu Jesus que vivo está!!!!











comemoração do 1º ano de sacerdócio do Padre Cicero

No dia 24 do mês passado (mês 03) nosso queridíssimo padre Cicero completou 1 ano de consagrado ao nosso Deus, consagrado a ser nosso amado pastor!!!



17 de mar. de 2012

Quaresma


Quaresma é o tempo propício de escuta daPalavra de Deus, de conversão e de reconciliação com os irmãos e com Deus








O que é a Quaresma

O tempo quaresmal é o tempo litúrgico de conversão estabelecido pela Igreja para que nos preparemos para a grande festa da Páscoa. É tempo de nos arrependermos dos nossos pecados e de mudar algo em que precisamos ser melhores para viver mais próximos de Cristo. A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos. Ao longo desse período, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esforço para recuperar o ritmo e o chamado de verdadeiros filhos deDeus. A cor litúrgica desse período é o roxo, que significa luto e penitência. É um período de reflexão, de penitência, de conversão espiritual em preparação para o mistério pascal. Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver esse tempo como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Ela nos convida a viver atitudes cristãs a fim de que nos pareçamos mais com Jesus Cristo, já que por ação dopecado, nos afastamos de Deus. Por isso, a Quaresma é o tempo especial do perdão e da reconciliação fraterna. A cada dia, durante a vida, devemos retirar de nosso coração o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem ao nosso amor a Deus e aos irmãos. Nesse tempo, aprendemos a conhecer e a apreciar a cruz de Jesus. Com isso aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.

Duração da Quaresma

A duração do período quaresmal está baseada no símbolo que envolve o número quarenta na Bíblia, na qual são narrados os quarenta dias do dilúvio, os quarenta anos da peregrinação do povo judeu pelo deserto, os quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, os quarenta dias em que Jesus passou no deserto antes de começar Sua vida pública, os 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito. NaBíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido do número zero significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades. A vivência da Quaresma data do século IV, quando esse tempo passa a ser dedicado, de forma especial, à penitência e à renovação para toda aIgreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, ao menos em um princípio, nas Igrejas do Oriente, a prática penitencial desse período tem sido cada vez mais abrandado no Ocidente, mas deve-se observar um espírito penitencial e de conversão.

O Tempo da Quaresma

Um tempo com características próprias.

A Quaresma é o tempo que precede e nos prepara para a celebração da Páscoa. Período de escuta daPalavra de Deus e de conversão, de preparação e de memória do batismo, de reconciliação com Deuse com os irmãos, de vivência mais frequente e aprofundada das armas da penitência cristã: a oração, ojejum e a esmola (cf. Mt 6,1-6.16-18).
De maneira semelhante ao povo de Israel, que partiu durante quarenta anos pelo deserto para ingressar na Terra Prometida, a Igreja, o novo povo de Deus, prepara-se durante quarenta dias para celebrar aPáscoa do Senhor. Embora seja um tempo penitencial, não é um período triste e depressivo. Trata-se de uma época especial de purificação e de renovação da vida cristã para podermos participar com maior plenitude e gozo do mistério pascal do Senhor.
A Quaresma é um tempo privilegiado para intensificar o caminho da própria conversão. Esse caminho supõe que cooperemos com a graça divina para que o "homem velho", existente em nosso interior, morra gradativamente. De forma a rompermos com o pecado, que habita em nossos corações, e nos afastarmos de tudo aquilo que nos separa do plano de Deus, e por conseguinte, de nossa felicidade e realização pessoal.
A Quaresma é um dos quatro tempos fortes do ano litúrgico e isso deve ser refletido com intensidade em cada um dos detalhes de sua celebração. Quanto mais forem acentuadas suas particularidades, tanto mais intensamente poderemos viver toda sua riqueza espiritual.
Portanto, é preciso se esforçar, entre outras coisas, para entender e viver bem esse tempo:
- Para que se compreenda que, neste tempo, são distintos tanto o enfoque das leituras bíblicas (naSanta Missa praticamente não há leitura contínua), como os textos eucológicos (próprios e determinados quase sempre de modo obrigatório para cada uma das celebrações).
- Para que os cantos sejam totalmente distintos dos habituais e reflitam a espiritualidade penitencial, própria desse período.
- Por obter uma ambientação sóbria e austera, refletindo o caráter de penitência quaresmal.

Sentido da Quaresma

A primeira coisa a ser dita a respeito desse tempo litúrgico é que a finalidade da Quaresma é ser um tempo de preparação para a Páscoa. Por isso é definida “como caminho para a Páscoa”. Esse tempo não é um período fechado em si mesmo ou um tempo “forte” ou importante em si mesmo.
É, antes de tudo, um tempo de preparação para a Páscoa. O tempo quaresmal, como preparação para a Páscoa, se apoia em dois pilares: de um lado, a contemplação da Páscoa de Jesus; de outro, a participação pessoal na Páscoa do Senhor por intermédio da penitência e da celebração e da preparação dos sacramentos pascais –batismo, confirmação, reconciliação, Eucaristia-, com os quais incorporamos nossa vida à Páscoa do Senhor Jesus.
O ato de nos incorporarmos ao “mistério pascal” de Cristo supõe participar do mistério de Sua Morte eRessurreição. Não esqueçamos que o batismo nos configura com a Morte e Ressurreição do Senhor. A Quaresma procura fazer com que essa dinâmica batismal (morte para a vida) seja vivida mais profundamente nesse tempo, para que o nosso pecado vá morrendo e sejamos ressuscitados comCristo para a verdadeira vida, pois o Senhor nos assegura que se o grão de trigo morrer dará fruto.
A esses dois aspectos há que se acrescentar outro ponto mais eclesial: a Quaresma é tempo apropriado para cuidar da catequese e oração das crianças e jovens que se preparam para a confirmação e a primeira comunhão e para que toda a Igreja ore pela conversão dos pecadores.

Vivendo a Quaresma

Durante esse tempo especial de purificação e santificação, contamos com diversos meios propostos pela Igreja que nos ajudam a viver a dinâmica quaresmal.
Antes de tudo, a vida de oração é condição indispensável para o encontro com Deus. Na oração, quando o cristão inicia um diálogo íntimo com o Senhor, a graça divina penetra em seu coração e, a semelhança da Virgem Maria, se abra à ação do Espírito cooperando com ela com sua resposta livre e generosa (cf.Lc 1,38).
Como também devemos intensificar a escuta e a meditação atenta à Palavra de Deus, a assistência frequente ao sacramento da reconciliação e a Eucaristia, e mesmo a prática do jejum, segundo as possibilidades de cada um.
A mortificação e a renúncia nas circunstâncias ordinárias de nossa vida também constituem um meio concreto para viver o espírito de Quaresma. Não se trata tanto de criar ocasiões extraordinárias, mas de saber oferecer aquelas circunstâncias cotidianas que nos são incômodas, de aceitar com alegria os diferentes contratempos que nos são apresentados no dia a dia. Da mesma maneira, o saber renunciar a certas coisas nos ajuda a viver o desapego e o desprendimento. Dentre as diversas práticas quaresmais que a Igreja nos propõe, a vivência da caridade ocupa um lugar especial. Assim nos recorda São Leão Magno: "Estes dias de Quaresma nos convidam de maneira apremiante ao exercício da caridade; se desejamos chegar à Páscoa santificados em nosso ser, devemos por um interesse especialíssimo na aquisição desta virtude, que contém em si as demais e cobre multidão de pecados".
Esta vivência da caridade deve ser vivida de maneira especial com aqueles a quem temos mais próximos, no ambiente concreto em que nos movemos. Assim, vamos construindo no outro "o bem mais precioso e efetivo, que é o da coerência com a própria vocação cristã" (João Paulo II)

Como viver a Quaresma

1. Arrepender-se dos pecados e confessar-se
Pensar em que ofendi a Deus, Nosso Senhor, se me dói tê-Lo ofendido, se estou realmente arrependido. Este é um bom momento do ano para realizar uma confissão preparada e de coração. Revise os mandamentos de Deus e da Igreja para poder fazer uma boa confissão. Sirva-se de um livro para estruturar sua confissão. Busque tempo para realizá-la.
2. Lutar para mudar:
Analise sua conduta para conhecer em que está falhando. Faça propósitos para cumprir dia a dia e revise à noite se os alcançou. Lembre-se de não colocar muitos propósitos porque será muito difícil cumpri-los todos. Deve-se subir as escadas degrau por degrau, não se pode subi-la de uma só vez. Conheça qual é o seu defeito dominante e faça um plano para lutar contra ele. Seu plano deve ser realista, prático e concreto para poder cumpri-lo.
3. Fazer sacrifícios:
A palavra "sacrifício" vem do latim sacrum-facere e significa "fazer sagrado". Então, fazer um sacrifício é fazer alguma coisa sagrada, quer dizer, oferecê-la por amor a Deus, por amá-Lo, coisas que dão trabalho. Por exemplo, ser amável com um vizinho com quem você não simpatiza ou ajudar alguém em seu trabalho. A cada um de nós há algo que nos custa fazer na vida todos os dias. Se oferecemos isso a Deus por amor, estamo fazendo um sacrifício.
Aproveite estes dias para rezar, para conversar com Deus, para dizer que O ama e que quer estar com Ele. Pode ser útil um bom livro de meditação para Quaresma. Você pode ler na Bíblia passagens relacionadas com esse período.

Jejum e abstinência

Jejum.jpg
O jejum consiste em fazer uma só refeição completa ao dia. A abstinênica consiste em não comer carne. A Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa são dias de abstinência e jejum, que é obrigatória a partir dos quatorze anos e o jejum dos dezoito aos cinquenta e nove anos de idade.
O objetivo dessas práticas cristãs é fazer com que todo nosso ser (alma e corpo) participe de um ato por meio do qual reconheça a necessidade de fazer obras com as quais reparemos o dano causado com nossos pecados e para o bem da Igreja.
O jejum e a abstinênica podem ser trocados por outro sacrifício, dependendo do que ditem as Conferências Episcopais de cada país, pois elas têm autoridade para determinar as diversas formas de penitências cristãs.

Por que o jejum?

É necessário dar uma profunda resposta a esta pergunta, para que fique clara a relação entre o jejum e a conversão, isto é, a transformação espiritual que aproxima o homem de Deus.
O abster-se de comida e bebida tem com como fim introduzir na existência do homem não somente o equilíbrio necessário, mas também o desprendimento do que se poderia definir como "atitude consumística".Tendo em vista que o consumismo é uma das características mais marcantes da civilização ocidental. O homem, cada vez mais voltado para os bens materiais, muito frequentemente abusa deles. Essa civilização consumista faz uso dos bens materiais não somente para que estes lhe sirvam para o desenvolvimento de atividades criativas e úteis, mas cada vez mais para satisfazer-lhes os sentidos, a excitação que deriva deles, o prazer, uma multiplicação de sensações cada vez mais intensas.
O homem de hoje precisa abster-se de muitos meios de consumo, de estímulos, de satisfação dos sentidos para voltar a ser como Deus o criou. Jejuar significa abster-se de algo. O homem cresce e adquire autodomínio ao dizer a si mesmo: "Não".
Não é uma renúncia simplesmente; o objetivo dessa prática é o desenvolvimento mais equilibrado de si mesmo para a vivência mais aprofundada dos valores superiores e a conquista do autocontrole.

Exame de consciência

Precisamente por sermos pecadores, ficamos cegos diante de nossos pecados. Satanás quer nos fazer ver que não há mal no que fazemos. Então o coração se endurece, torna-se insensível às exigências do amor. Por isso é tão importante a conversão do coração.
"Por isso, como diz o Espírito Santo: "Se escutardes hoje MINHA voz, não endureceis o coração... Atenção irmãos! Que nenhum de vós tenhais um coração mau e incrédulo [...]" (Hb 3).
Deus é um Pai amoroso que nos faz ver o pecado para nos dar a graça do arrependimento e nos perdoar. Porque nos quer livres. No entanto, o demônio não quer que vejamos nosso pecado. Mas se procurarmos o caminho de Deus, o maligno tratará de nos acusar com nossos pecados para que desanimemos e voltemos atrás. Podemos discernir então a diferença. Deus mostra o pecado para libertar e perdoar; o demônio o esconde, mas quando o mostra é para que nos desesperemos e nos distanciemos de Senhor. Devemos rejeitar energicamente estes pensamentos e ir à confissão com toda confiança no perdão de Deus Pai. Deus SEMPRE nos perdoa quando há arrependimento.
É muito proveitoso fazer exame de consciência diário e também, com toda humildade, nos abrir a que pessoas próximas de nós nos corrijam. "Se examinássemos a nós mesmos, não seríamos condenados" (I Cor. 11, 31)
O exame se faz diante de Deus, escutando Sua voz na consciência.

Preparação para a confissão

  • Preparação remota: Educamo-nos na fé pelo estudo da Palavra de Deus, do Catecismo e demais obras e documentos da Igreja, assim como com a leitura e a imitação da vida dos santos, a vivência dos sacramentos, a participação na Santa Missa e o seguimento aos ensinamentos de Cristo.
  • Preparação imediata: Fazer o exame de consciência antes da confissão. Ir a um lugar tranquilo, preferivelmente diante do sacrário, para orar. Só Deus pode iluminar nossa realidade e nos dar os meios para responder à graça.
Contemplamos a vida de Jesus e Seu amor manifesto na cruz. "Contemplai ao que transpassaram" (cf. Jo 19,37). Como tenho respondido a tanto amor e a tantas graças? Examinamos nossa vida diante da lei de Deus. Por isso ajuda fazer um exame escrito que nos recorde o que esquecemos. Recordamos que não se trata de sugestões, Deus nos deu MANDAMENTOS. Quebrá-los é quebrar nossa aliança comDeus e cair em pecado.
Não se trata tão somente de enumerar pecados, mas sim de descobrir a atitude do coração e com dor por nossos pecados, FAZER O FIRME PROPÓSITO DE NÃO VOLTAR A COMETÊ-LOS.
Sempre há áreas nas quais somos mais fracos e requerem atenção especial, mas se compreendermos que Cristo - não a cultura - é o exemplo que debvemos seguir –, veremos que em tudo temos muito o que crescer.
A confissão só pode ser feita diante de um sacerdote.

Exame de conciência com base nas três rupturas

Examine-se - ajudado por estas perguntas - quais pecados você cometeu desde sua última confissão? Trate de não ficar no exterior, mas sim nas atitudes do coração e as omissões.

  • Ruptura com Deus: Amo verdadeiramente a Deus com todo meu coração ou vivo mais apegado às coisas materiais? Preocupei-me por renovar minha fé cristã com a ajuda da oração, da participação ativa e atenta da Santa Missa dominical, a leitura da Palavra de Deus, etc.? Guardo os domingos e dias de festa da Igreja? Cumpri com o preceito anual da confissão e a comunhão pascal? Tenho uma relação de confiança e amizade com Deus, ou cumpro somente com ritos externos? Professei sempre, com vigor e sem temores, minha fé em Deus? manifestei minha condição de cristão na vida pública e privada? Ofereço ao Senhor meus trabalhos e alegrias? Recorro a Ele constantemente, ou só O busco quando necessito d'Ele? Tenho reverência e amor para o nome de Deus ou O ofendo com blasfêmias, falsos juramentos ou usando Seu santo nome em vão?

  • Ruptura comigo mesmo: Sou soberbo e vaidoso? Considero-me superior a outros? Procuro aparentar algo que não sou para ser valorizado pelos outros? Aceito a mim mesmo ou vivo na mentira e no engano? Sou escravo de meus complexos? Que uso tenho feito do tempo e dos talentos que Deus me deu? Eu me esforço por superar os vícios e inclinações más como a preguiça, a avareza, a gula, a bebida, a droga? Caí na luxúria com palavras e pensamentos impuros, com desejos ou ações impuras? Realizei leituras ou assisti a espetáculos que reduzem a sexualidade a um mero objeto de prazer? Caí na masturbação ou a fornicação? Cometi adultério? Recorri a métodos artificiais para o controle da natalidade?

  • Ruptura com os irmãos e com a criação: Amo de coração o meu próximo como a mim mesmo e como o Senhor Jesus me pede que O ame? Em minha família colaboro em criar um clima de reconciliação com paciência e espírito de serviço? Tenho sido um filho obediente a meus pais, prestando-lhes respeito e ajuda em todo momento? Preocupo-se em educar na vida cristã meus filhos e de respirá-los em seu compromisso de vida com o Senhor Jesus? Abusei de meus irmãos mais fracos e indefesos, usando-os para meus interesses? Insultei meu próximo? Escandalizei-o gravemente com palavras ou com ações? Se me ofenderam, sei perdoar, ou guardo rancor e desejo de vingança? Compartilho meus bens e meu tempo com os mais pobres, ou sou egoísta e indiferente à dor de outros? Participo das obras de evangelização e promoção humana da Igreja? Eu me preocupo pelo bem e a prosperidade da comunidade humana em que vivo ou passo a vida preocupado tão somente comigo mesmo? Tenho cumprido com meus deveres cívicos? Pago meus tributos? Sou invejoso? Sou fofoqueiro e enganador? Difamei ou caluniei alguém? Violei segredos? Fiz julgamentos temerários sobre outros? Sou mentiroso? Causei algum dano físico ou moral a outros? Inimizei-me com ódios, ofensas ou brigas com meu próximo? Tenho sido violento? Procurei ou induzi alguém ao aborto? Tenho sido honesto em meu trabalho? Usei corretamente a criação ou abusei dela com fins egoístas? Roubei? Sou justo na relação com meus subordinados tratando-os como eu gostaria de ser tratado por eles? Participei do negócio ou consumo de drogas? Caí na fraude ou estelionato? Recebi dinheiro ilícito?
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