25 de nov. de 2010

fé!!!


O Que a Fé Pode Fazer

Todo mundo cai de vez em quando
Precisa encontrar força para levantar
Das cinzas e começar novamente
Qualquer um pode sentir a dor
Você acha que é mais do que você pode suportar
Mas você é mais forte, mais forte do que você acha
Não desista agora
O sol em breve brilhará
Você precisa enfrentar as nuvens
Para ver o sol brilhando atrás
Coro:
Eu vi sonhos que movem montanhas
Espero que isso não acabe nunca
Mesmo quando o céu está caindo
Eu vi milagres acabarem de acontecer
Orações silenciosas sendo respondidas
Corações quebrados se tornam novos em folha
Isso é o que a fé pode fazer
E não importa o que você ouviu
Impossível não é uma palavra
É apenas uma razão para alguém não tentar
Todo mundo morre de medo
Quando eles decidem dar um passo
Para fora da água
Vai ficar tudo bem
A vida é muito mais
Do que seus olhos estão vendo
Você vai encontrar seu caminho
Se você continuar acreditando
Coro:
Eu vi sonhos que movem montanhas
Espero que isso não acabe nunca
Mesmo quando o céu está caindo
Eu vi milagres acabarem de acontecer
Orações silenciosas sendo respondidas
Corações quebrados se tornam novos em folha
Isso é o que a fé pode fazer
Supere a probabilidade
Você tem chance
(Isso que a fé pode fazer)
Quando o mundo diz que você não consegue
Isso vai dizer que você consegue!
Coro:
Eu vi sonhos que movem montanhas
Espero que isso não acabe nunca
Mesmo quando o céu está caindo
Eu vi milagres acabarem de acontecer
Orações silenciosas sendo respondidas
Corações quebrados se tornam novos em folha
Isso é o que a fé pode fazer
Isso é o que a fé pode fazer!
Mesmo se você cair de vez em quando
Você terá a força para levantar
.

SANTO DO DIA


Santa Águeda

5 de Fevereiro



Santa ÁguedaVirgem e mártir, Santa Águeda nasceu no século III numa família muito conhecida, em Catânia, na Sicília. Muito cedo, ela discerniu um chamado a Deus consagrando a sua virgindade ao Senhor, seu amado e esposo. A grande santa italiana foi uma jovem de muita coragem vivendo o Santo Evangelho na radicalidade num tempo em que o imperador Décio levantou contra o Cristianismo uma forte perseguição. Aqueles que não renunciassem ao senhorio de Cristo e não O desprezassem eram punidos com muitos sofrimentos até a morte.

Santa Águeda era consagrada ao Senhor, amava a Deus, mas foi pedida em casamento por um outro jovem. Claro, por coerência e por vocação, ela disse 'não'. Esse jovem, que dizia amá-la, a denunciou às autoridades. Ela foi presa e injustamente condenada. Que terríveis sofrimentos e humilhações!

Ela sempre se expressava com muita transparência e dizia que pertencia a uma família nobre, rica, conhecida, mas tinha honra de servir a Nosso Senhor, o seu Deus. De fato, para os santos, a maior honra e a maior glória é servir ao Senhor.

Entregaram-na a uma mulher tomada pelo pecado, uma velha prostituta para pervertê-la, mas esta não conseguiu, pois o reinado de Cristo se dava no coração de Águeda antes de tudo. Então, novamente, como num gesto de falsa misericórdia, perguntaram-lhe: “Então, o que você escolheu, Águeda, para a salvação?”. “A minha salvação é Cristo”, ela respondeu.

Os santos passaram por muitas dificuldades, mas, em tudo, demonstraram para nós que é possível glorificar a Deus na alegria, na tristeza, na saúde, na dor.

Em 254 foi martirizada e se encontra na eternidade, com seu esposo, Jesus Cristo, a interceder por nós.

Santa Águeda, rogai por nós.


20 de nov. de 2010


Com um carisma fora do comum, Papa João Paulo II, mesmo quando estava com a saúde bem abalada, conseguia conquistar multidões. O jeito que o Sumo Pontífice exercia o seu serviço, fazia com que sua mensagem se tornasse mais nítida e compreensível, penetrando e convertendo os corações de milhares de jovens no mundo todo.
A facilidade com que o Papa conseguia transmitir aquilo que está em seu coração foi um fato marcante em sua trajetória; sua popularidade era tamanha, que chegava até a duplicar o número de pessoas previstas em suas visitas. Há quem diga que o sacrifício pessoal do Papa, devido a sua debilidade física, era o que ajudava a mobilizar as pessoas, porém o Papa não teve tudo isso escrito e/ou planejado em suas viagens e sim, ele vivas repleto das bênçãos divinas.
João Paulo II era um homem de bom humor e de grande religiosidade, isso prova também, a facilidade que ele tinha para alcançar o bom êxito nos seus ensinamentos. Dom Jayme Chemello, Bispo da Diocese de Pelotas/RS - certa vez, surpreendeu-se numa em uma de suas pregações, pois ao vê-lo em Roma alguns dias antes, cansado, não imaginou que conseguiria agir com notável destreza. Também o presidente do Brasil, em carta, refere-se a João Paulo II como <i>"um homem aberto ao diálogo e profundamente sensível às aspirações dos mais pobres".</i>
É indispensável comentar que houve também uma reciprocidade no ato missionário do Papa, pois o contato com o povo fazia com que ele sesentisse revitalizado no ardor de levar a Boa-Nova a todas as nações. São vários os exemplos que relatam o Papa como transcendente, ou seja, que vai ao encontro do povo, porque quer estar com ele.

A Jornada Mundial da Juventude talvez seja uma das realizações mais históricas na vida da Igreja, uma vez que João Paulo II foi tão bem aceito, que ficou conhecido como o ídolo dos jovens, justamente pelo modo com que conseguia se aproximar deles.
Dentre as diversas qualidades que completavam o carisma do Santo Padre, destacou-se o fato de ele conseguir trazer lições sempre positivas de algo que, para muitos, era tedioso e complicado. João Paulo II, em tudo se assemelhava ao Cristo, que com humildade e sabedoria, levou vários à santidade e à busca da espiritualidade constante.
Com essas atitudes, o Papa indiretamente dá grandes lições não só àqueles que possuem o carisma da evangelização, como também àqueles que murmuram, pois ele conseguiu ir além da saúde física para atingir a saúde espiritual.
Papa João Paulo II, fica no coração dos jovens de todo o mundo!



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011


O Mendigo que Confessou ao João Paulo II



Em um programa de televisão da Madre Angélica nos Estados Unidos (EWTN), relataram um episódio pouco conhecido da vida do Papa João Paulo II.

Um sacerdote norte americano da diocese de Nova York se dispunha a rezar em uma das paróquias de Roma quando, ao entrar, se encontrou com um mendigo. Depois de observá-lo durante um momento, o sacerdote se deu conta de que conhecia aquele homem. Era um companheiro do seminário, ordenado sacerdote no mesmo dia que ele. Agora mendigava pelas ruas.

O padre, depois de identificar-se e cumprimentá-lo, escutou dos lábios do mendigo como tinha perdido sua fé e sua vocação. Ficou profundamente estremecido. No dia seguinte o sacerdote vindo de Nova York tinha a oportunidade de assistir à Missa privada do Papa e poderia cumprimentá-lo no final da celebração, como é de costume. Ao chegar sua vez sentiu o impulso de ajoelhar-se frente ao Santo Padre e pedir que rezasse por seu antigo companheiro de seminário, e descreveu brevemente a situação ao Papa.

Um dia depois recebeu o convite do Vaticano para cear com o Papa, e que levasse consigo o mendigo da paróquia. O sacerdote voltou à paróquia e comentou a seu amigo o desejo do Papa. Uma vez convencido o mendigo, o levou a seu lugar de hospedagem, ofereceu-lhe roupa e a oportunidade de assear-se.

O Pontífice, depois da ceia, indicou ao sacerdote que os deixasse a sós, e pediu ao mendigo que escutasse sua confissão. O homem, impressionado, respondeu-lhe que já não era sacerdote, ao que o Papa respondeu: " uma vez sacerdote, sacerdote para sempre". "Mas estou fora de minhas faculdades de presbítero", insistiu o mendigo. "Eu sou o Bispo de Roma, posso me encarregar disso", disse o Papa.

O homem escutou a confissão do Santo Padre e pediu-lhe que por sua vez escutasse sua própria confissão. Depois dela chorou amargamente. Ao final João Paulo II lhe perguntou em que paróquia tinha estado mendigando, e o designou assistente do pároco da mesma, e encarregado da atenção aos mendigos.

15 de nov. de 2010

perseverar para ganhar a vida!!!

   As cenas do evangelho deste domingo revelam a tentação de anunciar o fim próximo do mundo. Diante da realidade sombria em que vivemos, muitos pretendem até marcar a data do fim catastrófico do cosmos. Há até os que lucram em cima disso. No entanto, o fim de tudo não será determinado pelos homens, mas por Deus, Senhor da história. Será que o evangelho quer de fato anunciar o fim do mundo?
   Na verdade, ele vem questionar nosso modo agressivo de nos relacionar com os outros e nossa ação perversa contra a natureza. As catástrofes naturais e sociais são cada vez mais violentas e são fruto também das opções da humanidade. Deus organizou o cosmos do caos, e nós transformamos o cosmos em caos, a harmonia estabelecida na criação foi quebrada pelo pecado da sociedade. portanto, nossa mudança de comportamento em relação aos outros e a natureza é condição para que volte a haver equilíbrio na desordem em que estamos imersos - enquanto ainda há tempo.
   Jesus veio e anunciou novo reinado, nova harmonia cósmica. Para que se estabeleça, é preciso destruir muitas modalidades de egoísmo, derrubar muros vergonhosos e mentalidades caducas, pôr abaixo sistemas opressores, adotar postura de cooperação em relação aos outros e a natureza. Somente assim o novo céu e a nova terra serão possíveis. O reino proposto por Jesus não combina com o que estamos presenciando e vivendo - e que foi instituído pela humanidade. Não é o cosmos todo que deve ser destruído, mas este mundo injusto e violento.
   O mundo novo por todos desejado já começou com Jesus, mas sua manifestação será lenta e penosa. Sua aparição será será semelhante a um parto, que envolve sacrifício e dor. Não devemos nos preocupar com "quando" acontecerá a destruição ou o fim do universo, mas sim em "como" superar a injustiça, a fome, a miséria, a violência que afligem homens e mulheres. Para mudar essa situação, é preciso muito empenho e perseverança, e somente quem perseverar ganhará a vida.


   Pe. Nilo Luza, ssp 
   
       

14 de nov. de 2010

Domingo, o dia do Senhor!
Por ACI Digital 



Nos últimos anos, o tema do domingo foi indevidamente transformado num “problema”, não apenas no plano religioso, mas nos planos social, político e econômico. Quando procuramos examinar essa questão, não entram em causa somente a vivência da fé e o compromisso propriamente pastoral, mas toda a complexidade do tecido social.

Diante disto, comecemos por perguntar nos: Como entender realmente o domingo? O que é?


  
O Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz-nos: “Devido à tradição apostólica que tem origem no próprio dia da Ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal a cada oitavo dia, no dia chamado com razão dia do Senhor ou domingo. O dia da Ressurreição de Cristo é ao mesmo tempo «o primeiro dia da semana», memorial do primeiro dia da Criação, e o «oitavo dia», em que Cristo, depois do seu «repouso» do grande sábado, inaugura o dia «que o Senhor fez», o «dia que não conhece ocaso». A «Ceia do Senhor» é o seu centro, pois é aqui que toda a comunidade dos fiéis se encontra com o Senhor ressuscitado, que os convida para o seu banquete <...>. Para os cristãos, tornou-se o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor («Hé kyriaké hemera», «dies dominica»), o «domingo»” (CIC, ns. 1166 e 2174). Foi graças à Ressurreição do Senhor que o domingo foi estabelecido como dia privilegiado, como dia da Reconciliação. 

Apesar disso, há quem critique fortemente a Igreja Católica por ter “mudado” o preceito bíblico do descanso sabático: ao tomar a liberdade de converter o domingo no Dia dos dias, no Dia principal, estaria “substituindo o ensinamento divino por preceitos humanos”. Será verdade? 

Para responder a essa crítica, repassemos rapidamente o Gênesis para podermos entender o significado do sábado: Tendo Deus terminado no sétimo dia a obra que tinha feito, descansou do seu trabalho. Abençoou o sétimo dia e o consagrou, porque nesse dia havia repousado de toda a obra da Criação (Gên 2, 2 3). Mais tarde, no Monte Sinai, esse dia voltou a ser declarado Dia Santo e dia de descanso, pois devia ser um dia destinado a recordar a Aliança – a antiga Aliança – de Deus com o seu povo: Lembra-te de santificar o dia de sábado <shabbat, “descanso”>. Trabalharás durante seis dias, e farás toda a tua obra. Mas no sétimo dia, que é um dia de repouso em honra do Senhor teu Deus, não farás trabalho algum (Êx 20, 8 10).

Os elementos que podemos extrair do relato da Criação na Sagrada Escritura são, pois, os seguintes:

a. É o último dia da Criação, um Dia santo e santificado por Deus. O dia do descanso é “abençoado” e “consagrado” por Deus, ou seja, separado dos outros dias para ser dentre todos o dia do Senhor. É um dia para se ocupar das coisas santas, não das profanas. Trabalhar seria, para o judeu, “profanar” o dia santo.

b. É um dia de libertação. O sábado é estabelecido como sinal de libertação no Monte Sinai (cfr. Deut 5, 15), pois Javé quer que o seu Povo comemore nesse dia a sua libertação do Egito pelo poder divino. 

c. É um dia consagrado a Javé. O Senhor do sábado é Javé: os judeus o chamavam o dia de Javé, o dia consagrado ao Senhor (cfr. Êx 16, 23 25). 

Depois disto, alguém ainda poderá perguntar se há oposição entre o que se diz no Antigo Testamento e o domingo católico? Todos os elementos que acabamos de ver encontram a sua plenitude na vinda do Senhor Jesus. Seja-nos permitida uma analogia, tendo presentes as evidentes limitações de toda a comparação entre as coisas divinas e as humanas: o sábado é como uma televisão em preto e branco, na qual se via corretamente a imagem, o significado divino; já o domingo é como uma televisão a cores, em que vemos a mesma imagem, mas de maneira mais plena e com muito mais detalhes.

O domingo, portanto, mais do que uma “substituição” do sábado, é o seu cumprimento perfeito e a sua plena realização no plano da História da Salvação, cujo cume se encontra em Cristo. O Papa João Paulo II diz na Carta Apostólica Dies Domini: “Aquilo que Deus realizou na Criação e o que fez pelo seu povo no Êxodo, encontrou na Morte e Ressurreição de Cristo o seu cumprimento <...>. Em Cristo realiza-se plenamente o sentido «espiritual» do sábado, como sublinha São Gregório Magno: «Nós consideramos o verdadeiro sábado a Pessoa do nosso Redentor, nosso Senhor Jesus Cristo»” (Dies Domini, n. 18).

Vejamos alguns elementos que compõem esse significado mais rico do domingo: 

a. Jesus Cristo é o Senhor do sábado. Os judeus enfureciam-se contra Jesus porque trabalhava no sábado curando as pessoas (cfr. Mc 3, 1), e Ele defendia-se ensinando que era Senhor do sábado (cfr. Mc 2, 23-28). Com o seu exemplo, ensina que no sábado podemos muito bem trabalhar fazendo o bem aos outros, porque a caridade não tem tempo, está acima de todos os outros mandamentos. 

b. O domingo é o dia da fé, destinado a confessar que Jesus é o Senhor (1 Cor 12, 3). Cristo, ao declarar-se Senhor do sábado, reivindicava também um título divino, e por isso os fariseus queriam matá lo. O domingo é o dia em que os cristãos confessam a divindade e o senhorio de Cristo; aliás, foi num domingo que São Tomé confessou a divindade e o senhorio de Cristo: Meus Senhor e meu Deus (cfr. Jo 20, 26 28). Ao mudar o dia do culto, confessamos que Jesus é Deus e Senhor do tempo e da História. 

c. Deus continua a trabalhar. O Antigo Testamento diz que Javé descansou de toda a obra criadora; o Novo revela-nos que Deus continua a trabalhar (cfr. Jo 5, 17). Se continua a trabalhar, isso quer dizer que a obra de Deus não acabou no sábado. O pecado de Adão introduziu a desordem no mundo, e era necessário mais um dia de “trabalho” para consertá-lo; assim, há também necessidade de um novo dia de descanso. 

d. É um novo dia. Com Cristo, inaugura-se um tempo novo e definitivo. Ele é o Alfa e o Ômega – a primeira e a última letras do alfabeto grego –, assim como o domingo é o primeiro dia da semana e o último da Criação. A Sagrada Escritura chama-lhe, e a Igreja o proclama, dia do Senhor (cfr. Apoc 1, 8.10).

e. Anuncia a nova Criação. Já com o profeta Isaías predizia-se uma nova criação (cfr. Is 65, 17). E qual é? A nova Criação inicia-se com a Ressurreição de Cristo, primogênito dentre os mortos, princípio do novo mundo redimido no seu Sangue (cfr. Col 1, 18). 

Por último, que fique bem claro que o domingo, “o dia do Senhor, o dia da Ressurreição, o dia dos cristãos, é o nosso dia. É por isso que se chama dia do Senhor: pois foi nesse dia que o Senhor subiu vitorioso para junto do Pai. Se os pagãos o denominam dia do sol, também nós o confessamos de bom grado: pois hoje levantou se a luz do mundo, hoje apareceu o Sol de justiça cujos raios trazem a salvação” (São Jerônimo, citado no CIC, n. 1166). 
 
  
ACI Digital
Fonte: Aciprensa
Link: http://www.aciprensa.com

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