Nem abandonados nem órfãos
Prestes a deixar este mundo e voltar para o Pai, Jesus nos promete que não nos abandonará nem nos deixará órfãos. Ao se despedir dos seus, Ele nos alerta para a necessidade de viver o mandamento do amor. Assim compreenderemos que estamos unidos ao Pai celeste e não seremos abandonados por Ele. Somente quem ama realmente consegue experimentar realmente o amor de Deus.
Jesus nos garante a presença de Deus com o envio do Espírito da verdade, o paráclito - aquele que está ao nosso lado para nos defender e nos mostrar a verdade pregada e vivida pelo Senhor. Graças a esse paráclito, a despedida de Jesus não significa abandono nem orfandade. Deus garante Sua presença permanente, formando comunidade com as pessoas e transformando-as em templos vivos e sagrados.
Receber o Espírito prometido por Jesus faz que nos tornemos "paráclitos" dos outros; pessoas que se põem ao lado dos outros que necessitam de defesa e ajuda. Como o Pai celeste não nos deixa órfãos, também nós não podemos abandonar os que sofrem necessidade. A condição para ter a presença do espirito é a vivencia do mandamento do amor. Jesus nos convida viver no amor como Ele viveu.
O amor cria laços: amando Jesus, amaremos o Pai celeste e seremos por Eles amados. Amar as pessoas é o modo mais concreto de mostrar nosso amor também para com Deus. O verdadeiro cristão é aquele que é fiel ao mandamento do amor até a doação da própria vida, a exemplo de Jesus.
Quem ama tem a certeza de contar com a presença luminosa do Pai, do Filho e do Espirito. Deus é nosso Pai e não nos tira a liberdade, mas a valoriza muito. Ele não nos quer marionetes, más pessoas livres e responsáveis. Jesus é nosso irmão que nos ensina como viver de modo agradável ao Pai. O Espirito é a força que nos anima e sustenta na caminhada cotidiana, para não tropeçarmos diante das dificuldades. Desde o inicio da criação, Deus se mostra o Deus da alteridade, o Deus da relação, na Trindade e com o ser humano.


êxtase, que crescia com as vozes dos Anjos, Querubins, Serafins e toda família celeste, que entoavam maravilhosos acordes com harmonia e perfeição, expressando júbilo e contentamento, pela chegada ao Céu de MARIA DE NAZARÉ.
seu Ser, ficando visivelmente perturbada, pelo calor e imenso esplendor daquela simpática recepção. E diante de tão majestosa e agradável surpresa, não conseguia dissimular, ou mais precisamente, não conseguia esconder a sua emoção e assim, enternecida e repleta de alegria, com singela humildade mostrava as suas lindas faces enrubescidas pelo fato inusitado. Acontecimento que realçava ainda mais a sua formosura, ao tempo em que caminhava suavemente pelos adros do Éden Divino, com passos tímidos, mas firmes e decididos, vencendo vagarosamente a distância que a separava do trono de DEUS.






















